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Abaixo uma música que eu gosto que estava na minha cabeça nesse minuto…
Ain’t it funny how we pretend we’re still a child
Softly stolen under our blanket skies
And rescue me from me, and all that i believe
I won’t deny the pain
I won’t deny the change
And should i fall from grace here with you
Will you leave me too?
Carve out your heart for keeps in an old oak tree
And hold me for goodbyes-and whispered lullabyes
And tell me i am still
The man i’m supposed to be
I won’t deny the pain
I won’t deny the change
And should i fall from grace here with you
Will you leave me too?
Too late to turn back now, i’m running out of sound
And i am changing, changing
And if we died right now, this fool you love somehow
Is here with you
I won’t deny the pain
I won’t deny the change
And should i fall from grace here with you
Would you leave me too?
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O Islam significa mudança. Ele procura mudar o indivíduo e a sociedade. Essa mudança deve acontecer em todos os aspectos da vida humana: da moralidade pessoal ao trabalho, economia e, obviamente, política. Considerando isso, é natural que o Islam seja combatido por aqueles que procuram manter o estado atual da sociedade e do mundo – aqueles que se sentem valorizados na condição atual. A história é testemunha de que sempre foi assim: de Adão a Noé, Abraão, Moisés, Jesus e Muhammad (que a paz esteja com eles). O mesmo acontecerá com qualquer um que tentar levantar a bandeira do Islam para o mundo.
São muitos os shaheed (mártires). Vou falar sobre um deles hoje, sem importância especial em comparação com qualquer outro, mas que servirá de bom exemplo para ilustrar essa realidade: Sayyid Qutb. Ele foi aprisionado, torturado e eventualmente executado. Ele não era um homem qualquer – ou um muçulmano qualquer. Ele colaborou diretamente, da sua infância ao seu martírio, com a causa do Islam. Ele combateu fervorosamente o Ocidente em uma época em que os sentimentos de nacionalismo dominavam os pensamentos de todos os cidadãos ordinários.
Foi nessa atmosfera que o shaheed Sayyid Qutb atacou com a maior arma doada diretamente de Deus ao homem: as palavras. Qutb combateu as falsas ideologias do Ocidente, denunciando-as como “jahiliyah dos tempos modernos”. O termo “jahiliyah” se refere às tribos da Península Arábica antes da vinda do Islam, e literalmente significa “ignorância”. Segundo Qutb, a história dos inimigos de Deus não seria diferente com ele, e o Ocidente iria se levantar contra seus ataques, a fim de silenciá-lo. E ele estava certo, não demorou muito até que o governo egípcio, um vassalo dos poderes ocidentais, o aprisionasse.

Mas Sayyid Qutb resistiu. Armado com a bandeira do Islam, ele não se calou. Continuou a escrever da prisão, e ter seus textos publicados graças à honestidade de inimigos do governo infiltrados no já decadente regime egípcio. “De fato, nossas palavras permanecerão sem vida, fracas e estéreis, até que nós morremos por nossas palavras. Repentinamente, nossas palavras ganharão vida, e viverão entre os corações que estão mortos, dando vida àqueles que ainda podem viver”. São palavras de Qutb, que resumem a sua missão.
Ele foi enforcado em 29 de agosto de 1966. Nós oramos para que Allah, o Maior, lhe aceite como shaheed e lhe abençoe com uma casa em Jannat-ul-Firdous (Paraíso). Que a sua história sirva de lição aos muçulmanos de hoje, para acordar os corações mortos daqueles que ainda podem mudar a história.
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Uma música que a gente gosta…

say hello before you say goodbye
i should go before you make me cry
she wants to bleed every drop inside of me
but i aim to please the little girl inside of me too
yeah, yeah
you know i hate to say it
oh no, i always stay
i don’t wanna be like the others please
who’s sorry now
who’s sorry now
if i show you how
will you let me down
slit my wrists and die a whore
love to love to love what you adore
i can give you anything
but please let me be your everything, please
yeah, yeah
you know i hate to say it
oh no, i always stay
i don’t wanna be like the others please
who’s sorry now
if i show you how
will you let me down
will you let me down
who’s sorry now
who’s sorry now
my love is weakness
my love is oh so wrong
my love is sadness
my love is oh so strong
my teeth are razor sharp
my back is fucking strong
i’ll be with you
but not for long
no, no
you know i hate to say it
oh no, i always stay
i don’t wanna be like the others please
who’s sorry now
who’s sorry now
who’s sorry now
if i show you how
will you let me down
will you let me down
please let me down
please let me down
Arquivado em: Uncategorized | Tags: 2008, globalização, islam, olimpiadas, palestina, pequim, tibete, tocha
A comunidade internacional esteve unida nas últimas semanas em nome da “independência do Tibete”, sabotando o desfile da tocha das Olimpíadas de Pequim, 2008. Ironicamente, poucos gritam pela independência da Chechênia, por exemplo, e menos ainda pela Palestina. Certamente o povo tibetano tem direito à independência, ou pelo menos autonomia, assim como qualquer outra minoria oprimida. Mas a união pró-Tibete apresentada recentemente reflete um exercício de hipocrisia da parte do Ocidente.
Não é por coincidência que a atual onda de protestos no Ocidente, que nasceram como uma expansão dos protestos no próprio Tibete, tenham acontecido às vésperas dos Jogos Olímpicos de Pequim. Tratou-se de uma oportunidade de trazer às câmeras mundiais a questão tibetana, e funcionou. Mas tudo só se tornou possível pela manipulação estadunidense. Claramente, a CIA participou ativamente na organização dos protestos, e a mídia corporativa estadunidense liderou essa campanha internacional. Por mais atraente que tudo pareça ser, o Tibete é apenas um fantoche dos interesses políticos estadunidenses.
A hipocrisia da mídia ocidental é perturbante. São milhares de artigos, editoriais e opiniões que demonizam a China e iluminam a pureza de Dalai Lama, sem medir esforços para passar a ideologia adiante. Até faz parecer que o Tibete é o único povo sem o direito de independência, oprimido por uma força brutal que, caso desaparecesse, tudo estaria resolvido. Por que é que a mídia ocidental decide adotar uma luta por independência e ignora cinicamente outras? Será se o sangue de um tibetano vale mais que o de africano no Congo do Leste, ou de milhões de palestinos expulsos de suas próprias terras para a manutenção do “lar nacional judaico”?
Nessa competição pela simpatia do Ocidente, os palestinos enfrentam um sério obstáculo – os seus opressores carregam a coroa da vítima, e nunca se esquecem de exibi-la. A maioria ainda apóia os israelenses, devido ao peso dos crimes europeus contra o povo judaico no passado. Isso dá origem a uma situação única, em que o poder opressor é mais popular do que a vítima. Não é à toa, portanto, que qualquer um que se simpatize com a causa palestina seja automaticamente classificado como “anti-semita” ou, como se tornou mais comum após a “Nova Cruzada” de George W. Bush, “terrorista” ou “extremista”. Como a maioria dos palestinos são muçulmanos, e a ideologia dominante atual de islamofobia é predominante no Ocidente, a causa palestina se tornou automaticamente parte do mito ameaçador do “terrorismo internacional”.
Portanto, a mídia ocidental movimentou massas de pessoas derramando lágrimas pelos tibetanos, que tiveram suas terras invadidas por colonos chineses. Mas quem se preocupa com os palestinos, que tiveram suas terras ilegalmente confiscadas por Israel? É irônico que os líderes israelenses, quando se pronunciam sobre o Tibete, se comparam aos pobres tibetanos, e não com o estado chinês. Infelizmente, para muitos, isso ainda é lógico.